Chefe da Copa na Rússia diz que assédio de brasileiros “não é um grande problema”

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As cenas de homens brasileiros assediando mulheres russas – que se tornaram assunto de grande interesse no Brasil – não “representam um grande problema” na avaliação de Alexey Sorokin, presidente do Comitê Organizador Local (COL) da Copa do Mundo da Rússia.

– Os incidentes não são conhecidos por mim. Só vi as estatísticas. O que eu vejo aqui não representa um grande problema. Claro que nós pedimos a todos os fãs que mostrem respeito, não importa se a homens, mulheres, crianças. É um padrão que precisa ser exercido por todos. Essa é a mensagem: se há casos, se há crimes envolvidos, as autoridades vão agir. Essa é a mensagem que queremos passar. Se a lei for quebrada, não importa se estamos na Copa do Mundo – declarou Sorokin durante entrevista coletiva em Moscou.

Alexey Sorokin (E) minimiza episódio envolvendo brasileiros (Foto: Martín Fernandez)

Alexey Sorokin (E) minimiza episódio envolvendo brasileiros (Foto: Martín Fernandez)

O presidente do COL também tratou de minimizar os dois casos de violência entre torcedores ocorridos na Rússia: em Nijni Novogorod, quando um grupo de argentinos espancou um croata, e em Moscou, quando brasileiros e sérvios trocaram socos antes de serem contidos por seguranças.

– Não houve problemas. Houve incidentes nos jogos, incidentes pequenos entre fãs. Várias pessoas foram detidas, e a decisão de proibir o acesso dessas pessoas aos estádios é das autoridades, não do COL.

A AFA (Associação de Futebol da Argentina) foi multada pela Fifa em 105 mil francos (R$ 400 mil) por causa do comportamento de sua torcida na derrota por 3 a 0 para a Croácia na fase de grupos da Copa.

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