O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, determinou que o deputado estadual Thiago Rangel (Avante) continue preso. A decisão também impede que a Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro vote pela soltura do parlamentar.
Prisão ligada a investigação da PF
Thiago Rangel foi preso na terça-feira (5) durante mais uma fase da Operação Unha e Carne, conduzida pela Polícia Federal. A investigação apura suspeitas de fraudes na compra de materiais e contratação de serviços pela Secretaria Estadual de Educação do Rio.
Ao todo, foram cumpridos mandados de prisão e de busca e apreensão na capital e em cidades do interior.
Decisão reforça manutenção da prisão
Na decisão, Moraes entendeu que a prisão preventiva deve ser mantida sem necessidade de validação por parte dos deputados estaduais. Com isso, a Alerj não pode interferir diretamente no caso neste momento.
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O posicionamento ocorre após um episódio semelhante em 2025, quando a Assembleia derrubou a prisão de outro parlamentar envolvido na mesma operação.
Investigação segue em andamento
As apurações da Polícia Federal continuam, incluindo análise de mensagens e documentos que podem indicar a participação de outros envolvidos no esquema investigado.
O caso ainda deve ter novos desdobramentos nos próximos dias.
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