Escassez de componentes ligados à IA pode encarecer smartphones de entrada já a partir de 2026
Quem busca celular barato pode enfrentar tempos difíceis nos próximos anos. A indústria de smartphones já se prepara para uma crise global de memória, impulsionada pela corrida da tecnologia por chips voltados à inteligência artificial — e os aparelhos de entrada devem ser os primeiros a sofrer o impacto.
Fabricantes de chips estão direcionando sua produção para servidores de IA e GPUs, reduzindo a oferta de memórias usadas em celulares. Com isso, os custos de produção aumentam e o setor, que teve um crescimento tímido em 2025, pode entrar em retração em 2026.

💸 Por que os modelos baratos sofrem mais?
Nos smartphones mais acessíveis, a memória e o armazenamento representam uma fatia maior do custo total do aparelho. Isso torna esse segmento mais sensível a qualquer aumento de preço. A expectativa é de reajustes entre 6% e 8%, o que pode afastar consumidores e reduzir as vendas globais no próximo ano.
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🏭 Como as marcas estão reagindo?
Para driblar o problema, fabricantes estão evitando aumentar memória em novos modelos, reduzindo descontos e apostando em parcerias de longo prazo com fornecedores. Programas de troca e serviços extras também entram em cena para tentar justificar preços mais altos.
🔄 Mercado pode encolher — e se unir
Especialistas apontam que a crise pode acelerar a consolidação do setor, com marcas menores buscando fusões para sobreviver. Já há sinais disso acontecendo, principalmente entre fabricantes asiáticos que precisam ganhar escala para manter competitividade.
📌 No fim das contas, o avanço da IA pode estar deixando o celular do dia a dia mais caro. Compartilhe e fique ligado nas mudanças do mercado tech.




