O adolescente de 16 anos que foi agredido durante uma briga no Distrito Federal morreu neste sábado (07/02), após passar 16 dias internado em estado grave. A informação foi confirmada por familiares e pela escola onde o jovem estudava. O caso teve grande repercussão em todo o país.
Caso chocou o país
O agressor é o piloto de automobilismo Pedro Turra, de 19 anos, que está preso preventivamente no Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília. Inicialmente, a versão divulgada era de que a discussão teria começado após o lançamento de um chiclete. No entanto, a defesa da vítima sustenta que a agressão teria sido motivada por ciúmes envolvendo uma ex-namorada de um amigo do agressor.
Comoção e homenagens
O Colégio Vitória Régia, onde o adolescente estudava, publicou uma nota nas redes sociais confirmando a morte cerebral e prestando homenagem ao aluno, destacando as memórias e vínculos deixados por ele na comunidade escolar.
O Grupo Escoteiro Águas Claras, do qual o jovem já havia participado, também lamentou a perda e destacou sua trajetória e convivência com outros membros.
Prisão e novas acusações
Pedro Turra chegou a ser preso em flagrante logo após a agressão, mas foi liberado após pagamento de fiança de R$ 24 mil, respondendo inicialmente por lesão corporal em liberdade. No entanto, ele voltou a ser preso no dia 30 de janeiro, após a Polícia apresentar indícios de envolvimento em outros episódios de violência.
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Entre eles, está a suspeita de que o piloto teria utilizado uma arma de choque para forçar uma adolescente de 17 anos a consumir bebida alcoólica durante uma festa.
Justiça mantém prisão preventiva
Na última quinta-feira (05/02), o presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ministro Herman Benjamin, negou o pedido de habeas corpus apresentado pela defesa. Com isso, Pedro Turra permanece preso preventivamente.
A vice-governadora do Distrito Federal, Celina Leão, também se manifestou, afirmando que a morte precoce de um jovem impacta não apenas a família, mas toda a sociedade.
Defesa contesta decisão
No pedido negado pelo STJ, a defesa argumentou que o acusado tem residência fixa, colaborou com as investigações e não tentou fugir. Os advogados também questionaram o uso de vídeos publicados na internet como base para a prisão e afirmaram que o jovem teme por sua segurança devido à exposição do caso.
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