Atacantes de 19 anos são os mais jovens convocados para um Mundial desde Ronaldo em 1994
A convocação da seleção brasileira para a Copa do Mundo de 2026 marcou o início de uma nova geração no futebol brasileiro. Entre os 26 nomes anunciados por Carlo Ancelotti, dois chamaram atenção pela pouca idade: Endrick e Rayan, ambos com 19 anos.
Os atacantes se tornaram os jogadores mais jovens convocados pelo Brasil para uma Copa desde Ronaldo Fenômeno, campeão mundial em 1994 aos 17 anos. A coincidência vai além do talento: os dois nasceram com apenas 13 dias de diferença. Endrick nasceu em 21 de julho de 2006, enquanto Rayan veio ao mundo em 3 de agosto do mesmo ano.

Nova geração ganha espaço na Amarelinha
Revelado pelo Palmeiras, Endrick virou fenômeno ainda nas categorias de base, acumulando números impressionantes e chamando atenção do futebol europeu muito cedo. Após conquistar títulos importantes pelo clube paulista, foi vendido ao Real Madrid em uma negociação milionária.
Mesmo com poucos minutos na equipe espanhola, o atacante conseguiu somar gols e títulos internacionais antes de ser emprestado ao Lyon para ganhar mais sequência e ritmo de jogo. A ida ao futebol francês foi decisiva para recolocar Endrick no radar da seleção brasileira.
Já Rayan viveu uma ascensão meteórica no futebol. Cria de São Januário, o atacante ganhou protagonismo rapidamente no Vasco antes de seguir para o Bournemouth, da Inglaterra. No futebol inglês, o jovem se destacou logo nos primeiros meses e ajudou o clube a sonhar com uma vaga inédita em competição europeia.
Siga o Jovem na Mídia nas redes sociais do Instagram, Facebook e Tiktok para não perder nada!
Brasil volta a ter dupla sub-20 em Copas após décadas
A presença de Endrick e Rayan também encerra um longo intervalo histórico. O Brasil não tinha dois jogadores com menos de 20 anos convocados para uma Copa do Mundo desde 1966.
Na época, os escolhidos foram Edu, destaque do Santos aos 16 anos, e Tostão, então com 19 anos defendendo o Cruzeiro. Curiosamente, ambos fariam parte da histórica seleção tricampeã mundial em 1970.
Agora, Endrick e Rayan chegam como símbolos da renovação brasileira em busca do hexacampeonato. Mesmo sem o status de protagonistas absolutos, os dois representam uma aposta no futuro — e podem ganhar espaço ao longo do Mundial.
Gostou da matéria? Compartilhe com os amigos e comenta: qual dos dois jovens pode surpreender mais na Copa?




