A Copa do Mundo 2026 promete ser histórica, mas também pode ficar marcada como uma das mais caras para quem sonha em acompanhar os jogos de perto. Com partidas nos Estados Unidos, Canadá e México, o custo total da viagem tem preocupado torcedores — inclusive brasileiros.
Ingressos e custos que assustam
Os preços dos ingressos estão entre os principais desafios. Para a final do torneio, os valores podem ultrapassar os R$ 50 mil nas opções mais básicas, enquanto pacotes premium chegam a cifras milionárias.
Além disso, o modelo de preços dinâmicos adotado pela FIFA faz com que os valores variem conforme a demanda — o que tende a encarecer ainda mais os jogos mais disputados.
Transporte e hospedagem entram na conta
Mesmo com passagens aéreas potencialmente mais baratas do que em edições anteriores, outros gastos compensam — e para cima.
Em cidades como Boston e Nova York, o transporte até os estádios pode custar até R$ 500 por jogo. Sem falar em hospedagem, alimentação e taxas de serviço, como a tradicional gorjeta nos EUA, que pode chegar a 20%.
O resultado? Muitos torcedores já estão repensando a viagem.
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Visto também pesa
Outro ponto que complica o planejamento é a entrada nos Estados Unidos. O processo de visto pode custar mais de R$ 2 mil — e ainda assim não há garantia de aprovação.
Relatos indicam que muitos brasileiros tiveram pedidos negados, mesmo já com passagens e hospedagens reservadas.
Torcida tenta se adaptar
Diante dos custos elevados, grupos de torcedores têm buscado alternativas para viabilizar a viagem, como dividir hospedagem e organizar caravanas para reduzir despesas.
Ainda assim, o cenário preocupa e levanta debates sobre o acesso ao evento — tradicionalmente visto como o mais popular do futebol mundial.
E aí, você encararia uma Copa do Mundo com esses custos ou prefere acompanhar do Brasil? Compartilha com quem iria contigo 👇



