Caso aconteceu após reclamação por som alto e segue sendo investigado pela Polícia Civil
Uma briga generalizada envolvendo jogadores do Fortaleza Esporte Clube ganhou repercussão após virar caso de polícia. O episódio aconteceu durante uma confraternização e terminou com agressões físicas, acusações graves e versões conflitantes entre os envolvidos.
Entre os participantes da confusão estão os atletas argentinos José María Herrera, Eros Mancuso e Tomás Pochettino. Ao todo, nove pessoas se envolveram diretamente no desentendimento: sete homens, duas mulheres e até um cachorro, que aparece acompanhando a movimentação durante a briga.
Como a confusão começou
Segundo o relato de um morador, o estopim teria sido o som alto em uma festa na casa de Mancuso. Ele afirma ter pedido para baixar o volume, mas não teria sido atendido.
Já o jogador apresenta outra versão: de acordo com Mancuso, o conflito teria começado ainda na virada do ano, com xingamentos xenofóbicos, provocações e ofensas relacionadas ao rebaixamento do Fortaleza para a Série B em 2026.
Siga o Jovem na Mídia nas redes sociais do Instagram, Facebook e Tiktok para não perder nada!
A discussão evoluiu para agressões, com troca de socos, empurrões e o uso de uma cadeira de plástico. Vídeos mostram mulheres participando da briga enquanto o cachorro tenta subir nas pessoas.
Acusação de agressão grave
O vizinho que reclamou do barulho afirma ter sido mordido no nariz por José María Herrera, o que teria causado um ferimento grave. Ele passou por cirurgia e corre risco de infecção e deformidade, segundo o relato.

Herrera ainda não se pronunciou publicamente sobre a acusação.
O que dizem os envolvidos
Após o episódio, Eros Mancuso negou qualquer agressão, afirmando que o vizinho teria invadido sua residência e feito ameaças. Segundo ele, os presentes apenas tentaram retirar o homem do local.
O Fortaleza Esporte Clube informou que acompanha o caso e presta apoio aos atletas envolvidos.
Investigação em andamento
A Polícia Civil do Ceará investiga o caso como lesão corporal dolosa. O inquérito está sob responsabilidade da Delegacia de Eusébio, que segue colhendo depoimentos e analisando imagens.




