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segunda-feira, fevereiro 16, 2026

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Jovem, você sabia que elefantes têm bigode?

Pode parecer brincadeira, mas é ciência: elefantes asiáticos têm bigodes na tromba — e eles funcionam como sensores super sofisticados.

A descoberta foi feita por pesquisadores do Instituto Max Planck para Sistemas Inteligentes, na Alemanha, e publicada na revista Science. O estudo revelou que esses pelos possuem uma estrutura especial que permite ao animal perceber com precisão onde está tocando — algo que os cientistas chamam de “inteligência material”.

👀 Mas como assim “bigode”?

Esses pelos são chamados de vibrissas, estruturas sensoriais que também existem em gatos, focas e outros mamíferos. Segundo reportagem do Ars Technica, o diferencial nos elefantes está na forma e na composição.

Diferente dos bigodes fininhos dos roedores, os dos elefantes são mais grossos, achatados e possuem uma estrutura interna porosa. Eles têm base rígida e ponta mais flexível — como se fossem metade plástico, metade borracha.

E tem mais: eles não se regeneram se quebrarem, então precisam ser resistentes.

🧠 O “superpoder” escondido no pelo

Os cientistas descobriram que esses bigodes possuem um gradiente de rigidez — ou seja, vão ficando mais macios da base até a ponta. Isso cria uma espécie de “mapa sensorial natural”.

Foto: jodie777

Em testes práticos, uma versão ampliada do bigode foi impressa em 3D para simular a sensação do toque. O resultado? Só pelo tipo de sensação era possível identificar em que parte do “bigode” o contato estava acontecendo — sem nem olhar.

Isso ajuda o elefante a saber:

  • Se está perto ou longe de um objeto;
  • Se está tocando algo delicado;
  • Quanta força precisa aplicar.

Tudo isso é essencial, já que a tromba precisa ser forte o suficiente para mover troncos, mas delicada para pegar pequenos alimentos.

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🤖 E o que isso tem a ver com tecnologia?

Essa descoberta pode inspirar a criação de sensores táteis para robôs, capazes de identificar toques com precisão sem precisar de sistemas computacionais complexos — apenas com design inteligente de materiais.

Ou seja: o “bigode” do elefante pode ajudar a desenvolver tecnologia do futuro.

Agora você já sabe:
elefantes não têm só memória incrível… eles também têm um bigode super tecnológico escondido na tromba.

SARA CELESTINO
SARA CELESTINOhttp://jovemnamidia.com.br
Sara Celestino, dona do Jovem na Mídia, é repórter-fotográfica e criadora de conteúdo, apaixonada por jogos, tecnologia, K-pop e tudo que envolve o universo jovem. Sempre antenada nas tendências, traz notícias de forma leve, dinâmica e envolvente, conectando a nova geração ao que realmente importa!
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