Homem de 48 anos foi detido preventivamente pela Polícia Civil; investigação inclui denúncia envolvendo uma criança
Um pastor de 48 anos, identificado pelas iniciais A.S.A.B., foi preso preventivamente na manhã desta quarta-feira (7), em Maricá, durante uma investigação da Polícia Civil sobre denúncias de crimes de natureza sexual envolvendo frequentadoras de uma igreja do município.
A prisão foi realizada por agentes da 82ª DP (Maricá), após a Justiça expedir um mandado de prisão preventiva. A ação foi coordenada pelo delegado titular da unidade, Marcelo Machado.
Segundo a Polícia Civil, até o momento, existem dois registros de ocorrência relacionados às denúncias contra o investigado. Entre os casos apurados está um relato envolvendo uma criança.
Investigação começou após denúncias
De acordo com as informações divulgadas pela polícia, o investigado teria utilizado sua posição dentro da igreja para oferecer caronas a mulheres e crianças após os cultos.
Os relatos que deram origem à investigação apontam que, durante alguns desses trajetos, ele teria levado as vítimas para locais isolados e feito investidas de natureza sexual, acompanhadas de ameaças.
Em um dos episódios investigados, envolvendo uma criança, o depoimento foi realizado por meio de oitiva especial, procedimento conduzido por uma policial capacitada para esse tipo de atendimento.
Segundo a Polícia Civil, a criança relatou que teria sido levada para os fundos da igreja, localizada na região do Vale da Figueira, onde o suposto abuso teria acontecido.
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Prisão ocorreu após localização do investigado
Com base nos elementos reunidos durante a investigação, o delegado Marcelo Machado solicitou à Justiça a prisão preventiva do homem. O pedido foi aceito pelo Poder Judiciário.
Para cumprir a ordem, policiais da 82ª DP receberam apoio do Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (CIOSP) de Maricá). O sistema auxiliou na localização e no planejamento da ação.
O investigado foi encontrado em sua residência e recebeu voz de prisão.
Polícia busca possíveis novas vítimas
As investigações continuam e a Polícia Civil apura se existem outras possíveis vítimas que ainda não tenham procurado a delegacia.
A 82ª DP orienta que pessoas que tenham sido vítimas ou possuam informações relacionadas ao caso procurem a unidade policial para registrar formalmente os fatos.
A investigação permanece em andamento.
É importante destacar que a prisão preventiva é uma medida cautelar e não representa uma condenação. O investigado continua tendo direito à defesa e à presunção de inocência durante o processo.
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