Pacientes que procuraram atendimento no Hospital Municipal Conde Modesto Leal relataram demora no atendimento e superlotação ao longo desta semana, em Maricá. As queixas apontam para longos períodos de espera mesmo após a triagem inicial.
Espera prolongada
De acordo com um dos relatos enviados, pacientes aguardaram mais de duas horas para atendimento médico após passarem pela classificação de risco. A situação teria ocorrido durante a tarde, com início por volta das 16h.
Segundo a denúncia, a unidade estava cheia no momento, o que teria contribuído para a demora.
Relato de paciente
Uma paciente descreveu o cenário como crítico, destacando a dificuldade no atendimento:
“Depois do primeiro atendimento, desde as 16h, mais de duas horas sem ser atendida. Precisamos de um atendimento mais eficiente. A unidade está superlotada.”
O que diz a Prefeitura
Procurada, a Prefeitura de Maricá informou, por meio da Secretaria de Saúde, que o hospital opera com equipes completas. Segundo a nota, o tempo médio de espera para casos não urgentes é de aproximadamente uma hora.
A administração também destacou que, em momentos de maior demanda, pacientes com maior gravidade têm prioridade no atendimento.
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Medidas e desafios
Ainda segundo a Prefeitura, um novo consultório médico está sendo implementado para melhorar o fluxo de atendimentos. A unidade também passou recentemente por ampliação na área de medicação e espera.
Mesmo assim, a alta procura pelo hospital segue sendo um desafio, principalmente por limitações estruturais e pela concentração de atendimentos em um único ponto.
Falta de unidades em outras regiões
A situação reacende um debate importante: a necessidade de mais unidades de urgência e emergência em bairros como Ponta Negra, Cordeirinho e Bambuí, que ainda não contam com esse tipo de atendimento.
Você já passou por situação parecida em atendimento de saúde na cidade?
Acha que Maricá precisa de mais unidades para desafogar o sistema? Compartilha e vamos discutir esse tema importante.



