Uma brasileira, na faixa dos 30 anos, foi presa em Seul neste domingo (4) após perseguir o cantor Jung Kook, integrante do grupo sul-coreano BTS. O caso reacende o alerta sobre stalking contra idols do K-pop, um problema recorrente na Coreia do Sul.
Segundo a polícia do distrito de Yongsan, a mulher causou tumulto na residência do artista por volta das 14h50, jogando correspondências, pendurando fotos e escrevendo mensagens nas grades da casa.
🚨 Não foi um episódio isolado
De acordo com as autoridades, a brasileira já havia sido presa em flagrante no dia 13 de dezembro pelo mesmo motivo e voltou ao local novamente no dia 28, o que levou Jung Kook a solicitar oficialmente uma ordem de restrição.
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Jung Kook já vinha denunciando perseguições
O cantor, que atualmente enfrenta um período de maior exposição e retorno às atividades públicas, tem falado abertamente sobre a falta de privacidade. Em agosto, outra mulher — desta vez sul-coreana, de 40 anos — tentou invadir sua casa e também acabou presa.
Na época, Jung Kook relatou o episódio aos fãs:
“Eu estava assistindo a tudo pelas câmeras de segurança. Ouvi a polícia chegando e vi ela tentando fugir pelo estacionamento. Ela dizia que era minha amiga… Foi assustador.”
O artista reforçou que, apesar do carinho pelos fãs, não tolera invasões de privacidade.
Recado direto aos perseguidores
Jung Kook deixou claro que todos os casos serão levados à polícia e fez um alerta firme:
“Se você vier à minha casa, será detida. Tudo está gravado. Há câmeras em todos os lugares. Não ultrapasse esse limite.”
Stalking no K-pop: problema sério
Casos de perseguição a idols — conhecidos como sasaeng fans — são frequentes na indústria do K-pop e tratados como crime na Coreia do Sul, podendo resultar em prisão, multas e ordens de restrição.
O episódio envolvendo a brasileira repercutiu fortemente nas redes sociais, com fãs reforçando a importância de respeitar limites entre admiração e invasão.




