Aprender chinês na escola pública pode parecer algo distante — mas em Maricá isso já é realidade. A cidade começou a incluir o mandarim na grade oficial de ensino e os primeiros resultados já chamam atenção: alunos da rede municipal estão sendo aprovados em exame internacional de proficiência.
Ensino trilíngue vira realidade
A novidade acontece no CEPT Leonel de Moura Brizola, onde o mandarim passou a fazer parte do currículo regular em 2026. Antes oferecido como atividade extra, o idioma agora integra o modelo de ensino trilíngue, ao lado do português e do inglês.
A proposta vai além da sala de aula: os estudantes também têm contato com a cultura chinesa, participando de atividades como dança tradicional e caligrafia.
Jovens já pensam no futuro global
O impacto dessa iniciativa já aparece nos planos dos alunos. Muitos começam a enxergar novas possibilidades, como intercâmbios, carreiras internacionais e experiências culturais fora do Brasil.
É o caso de estudantes que passaram a se interessar por áreas como Relações Internacionais e até sonham em conhecer a China, motivados pelo contato direto com o idioma e a cultura.
Aprovação em exame internacional
Os números mostram que o projeto não ficou só na teoria. Em 2025, dezenas de alunos participaram do exame HSK 1 — uma certificação internacional de mandarim — aplicado com apoio do Instituto Confúcio da PUC-Rio.
O resultado: cerca de 80% de aprovação entre os participantes, um índice considerado alto para quem está começando no idioma.
Siga o Jovem na Mídia nas redes sociais do Instagram, Facebook e Tiktok para não perder nada!
Projeto deve crescer na cidade
A ideia agora é expandir o ensino de mandarim para outras escolas da rede municipal. O modelo de Itaipuaçu deve servir como base para ampliar o acesso ao ensino de idiomas e fortalecer a proposta de educação conectada ao mundo.
Hoje, Maricá já conta com diversas escolas bilíngues, oferecendo línguas como francês, espanhol, alemão e inglês, além do próprio mandarim.
Educação conectada com o mundo
A iniciativa faz parte de programas como o ensino em tempo integral e projetos de intercâmbio cultural, que buscam preparar os estudantes para um cenário cada vez mais globalizado.
Além disso, a rede também investe na formação de professores e já contou com educadores passando por experiências de aprendizado na China, além da presença de profissionais nativos nas escolas.
Curtiu essa ideia de aprender mandarim na escola pública?
Você faria aula de chinês se tivesse essa oportunidade? Compartilha com os amigos e bora trocar ideia sobre isso!



